Está chegando um dos feriados mais saborosos do ano, e a simbologia dos seus elementos pode ser a desculpa perfeita para experimentar novas sensações entre quatro paredes
Afinal, o grande significado dessa data é o renascimento. Então porque não renascer também em sua intimidade? Estando só ou em boa companhia é hora de provar novos sabores, novas texturas, novos papéis para enriquecer a imaginação e despertar prazeres que estavam até agora adormecidos.
Além disso, a história e os pesquisadores confirmam que a própria Páscoa renasceu várias vezes ao longo do tempo na Humanidade, recebendo influências de várias culturas. O que importa é que em todos elas, a Páscoa sempre foi o momento do ano, onde boa parte do planeta está embrenhado de esperança, fé, união além de muita serotonina, dopamina, endorfina e principalmente a ocitocina, o hormônio do amor (e boa parte disso, hoje em dia é culpa do chocolate).
A começar pelo nome
A palavra usada em português vem de uma tradição religiosa muito antiga. Ela deriva do hebraico Pesach, nome da celebração judaica Pessach, que lembra a libertação do povo hebreu da escravidão no Egito.
O caminho da palavra foi mais ou menos assim:
- Hebraico: Pesach
- Grego: Pascha
- Latim: Pascha
- Português: Páscoa
Quando os cristãos começaram a celebrar a ressurreição de Jesus Cristo, mantiveram esse nome porque, segundo os relatos bíblicos, os acontecimentos da crucificação e ressurreição ocorreram durante a festa judaica de Pessach.
Já a palavra inglesa Easter (Páscoa em inglês) tem uma origem completamente diferente. Ela vem do nome de uma antiga deusa pagã da primavera chamada Eostre (ou Ostara), venerada por povos germânicos na Europa.
Segundo relatos do monge e historiador Beda, o Venerável, no século VIII, havia um festival dedicado a essa deusa da fertilidade e do renascimento da natureza.
Quando o cristianismo se espalhou por regiões como a Inglaterra e a Alemanha, o nome da antiga festa acabou sendo usado também para a celebração cristã da ressurreição.
É por isso que em inglês e alemão os nomes são diferentes das línguas latinas:
- inglês: Easter
- alemão: Ostern
Os símbolos populares da Páscoa — como ovos e coelhos — provavelmente sobreviveram justamente porque vinham dessas antigas festas de primavera associadas à deusa Eostre, ligadas à fertilidade e ao renascimento da vida.
E por que a data muda todo ano?
A escolha da data também é uma mistura bem inusitada. Muita gente pensa que é o Carnaval quem define a Páscoa, mas é o contrário: sua definição combina astronomia e tradição religiosa e é uma das curiosidades mais interessantes da data.
A regra usada hoje foi definida no Primeiro Concílio de Niceia, realizado no ano 325. A data da Páscoa é celebrada no primeiro domingo após a primeira Lua cheia que ocorre depois do equinócio de primavera do hemisfério norte. O que acontece por volta de 21 de março.
Então, se por exemplo, a lua cheia ocorrer na terça-feira, a Páscoa será no domingo seguinte. Se a lua cheia cair num domingo, a Páscoa será comemorada no domingo da semana seguinte. Por causa dessa regra, a Páscoa pode cair entre 22 de março e 25 de abril.
E por que usar a Lua?
Isso acontece porque a Páscoa cristã está historicamente ligada à Pessach, a Páscoa judaica. A morte e a ressurreição de Jesus Cristo ocorreram durante essa celebração judaica, que segue um calendário lunar.
Por isso, quando a Igreja organizou o calendário cristão no Primeiro Concílio de Niceia, decidiu manter essa relação com o ciclo da Lua. E aí, por causa da Páscoa, várias outras datas do calendário também mudam todo ano, como Carnaval, Quarta-feira de Cinzas e Corpus Christi.
Daqui já dá pra ver quantas curiosidades podemos tirar da Páscoa, uma celebração milenar comemorada muito antes da ressurreição de Cristo. Te convido então a fazer aqui uma jornada pelos principais símbolos da Páscoa na atualidade e perceber como eles podem dar uma renascida em sua vida íntima, com direito a algumas dicas do Guia de Sex Shop, vambora?
Quem apareceu primeiro: o Ovo ou o Coelho?
O ovo é muito mais antigo! Dos 3 símbolos, é o que representa de fato o renascimento e aparece na Páscoa há milhares de anos, muito antes do cristianismo. Civilizações antigas já usavam ovos em celebrações de primavera em regiões como a Pérsia, o Egito e na Roma Antiga.
Esses povos trocavam ovos decorados para celebrar o renascimento da natureza após o inverno.
Mais tarde, com a expansão do cristianismo na Europa, o ovo ganhou um novo significado religioso e passou a simbolizar a ressurreição de Jesus Cristo na Páscoa.
Em alguns países da Europa Oriental, como a Ucrânia, ainda existe a tradição de decorar ovos artesanalmente. Eles são chamados de pysanky e cada desenho tem um significado espiritual ou de proteção.
Depois de 2 mil anos, a TENGA, indústria japonesa de sextoys ficou famosa pelo lançamento EGG, um masturbador em formato de ovo que revolucionou o conceito de prazer solo (e até mesmo a dois) ao criar um produto barato, discreto e divertido.
Assim como os ovos de Páscoa, o EGG, traz surpresinhas em seu interior: texturas estimuladoras que podem tanto oferecer experiências diferenciadas para quem tem um pênis e até mesmo para quem tem uma vagina, se usado do avesso como uma luva estimuladora.

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Então de onde veio o Coelho, se ele não bota ovo?
O coelho também tem origem em tradições pagãs ligadas à fertilidade.
Na Europa antiga, o coelho era associado à fertilidade porque se reproduz rapidamente. Ele era ligado à deusa da primavera Eostre (ou Ostara), celebrada em festivais de renovação da natureza.
A lenda do “coelho que traz ovos” surgiu na Alemanha por volta do século XVII. Segundo a tradição, um coelho mágico, Osterhase escondia ovos coloridos para as crianças encontrarem.
Imigrantes alemães levaram essa tradição para os Estados Unidos, onde o Easter Bunny virou um símbolo popular da Páscoa — tradição que depois se espalhou para vários países, incluindo o Brasil.
E foi justamente apoiado nessa simbologia que uma das grandes marcas da história surgiu em 1953: o coelhinho da Playboy. A fertilidade dessa idéia foi tão grande que também gerou as icônicas coelhinhas da Playboy. Então em que outra época do ano, é a ocasião perfeita para vestir essa personagem?

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Encontrando seu “Ester EGG” íntimo
Essa lenda divertida do “coelho que esconde ovos que precisam ser encontrados” ainda é muito presente no mundo dos games e seriados, um sucesso na cultura geek. O chamado “Ester Egg” é sempre um mistério inserido nos jogos e nas histórias pelos seus criadores para que os fãs mais ávidos o encontrem.
Na nossa intimidade, isso não é diferente. Qual o mistério que cerca muita gente até hoje em matéria de se encontrar o prazer máximo? Podemos dizer que o “Ester Egg” mais procurado de todos os tempos se chama: orgasmo feminino.
E foi pensando nisso que nos anos 80, também no Japão surgiu o primeiro vibrador com modelo de dupla estimulação. A empresa responsável foi a japonesa Vibratex, que lançou o famoso Rabbit Pearl.
Mas a fama mundial só veio em 1998, quando ele apareceu em um episódio da série Sex and the City, chamado The Turtle and the Hare. Na trama, a personagem Charlotte York fica completamente fascinada pelo vibrador rabbit.

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Onde entra o chocolate para deixar tudo mais gostoso
Até o século XVIII, os ovos de Páscoa eram ovos de verdade pintados ou recheados. Com o avanço da confeitaria na França e na Alemanha, chocolatiers começaram a produzir ovos feitos de chocolate.
No século XIX, com a industrialização do chocolate por empresas como a Cadbury, surgiram os primeiros ovos de chocolate moldados, que rapidamente viraram tradição.
Desde então, eles se tornaram um dos principais produtos da Páscoa, especialmente em países da Europa e das Américas.
E como já vimos aqui no Portal Mercadoerotico.org o chocolate tem algumas substâncias afrodisíacas associadas ao prazer e ao bem-estar, que podem melhorar o humor e a disposição.
Além de estimular o prazer sensorial com seu sabor, textura e aroma, o chocolate também tem, tanto gatilhos emocionais por estar associado a romance (presentes, encontros, datas especiais), como também ativa circuitos de recompensa do cérebro.

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Aqui chegamos ao fim desta nossa viagem pelos símbolos pascoalinos e como eles podem incrementar a sua intimidade com muito charme e sedução. Mas para você, caro leitor, ainda é só começo dessa jornada. Feliz Páscoa!












