Na semana do Dia das Mães, a Close-up lança a linda campanha #AmorLivre para conscientizar os pais sobre a importância do apoio aos relacionamentos amorosos de seus filhos
Um estudo intitulado “Liberdade de Atração”, realizado no Brasil, Índia e Filipinas pela Id Stats Research and Consultancy, consultoria especializada em pesquisa comportamental, constatou que apenas 60% dos jovens se sentem completamente livres para amar e que, entre a parcela que não se sente livre, 47% prefere esconder os próprios sentimentos da família e amigos.
O medo de serem discriminados, julgados ou mesmo a vergonha por mostrarem interesse por relacionamentos ainda tidos como não convencionais pela sociedade, estariam entre os motivos para a conduta, que pode trazer complicações emocionais.
Enquanto nas Filipinas, 30% dos jovens entrevistados pela pesquisa afirmaram se sentir culpados por manterem um segredo da família, no Brasil, 22% deles se sentem desconfortáveis com a sensação de uma vida dupla. Por isso, o apoio dos pais e colegas é tão importante nos tempos atuais.
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“Quando um jovem escuta que a atração dele por outra pessoa é perfeitamente saudável, ele se sente melhor. Isso o ajuda também a ser mais receptivo e aberto ao diálogo em seu mundo social”, diz Holly Parker, psicóloga e palestrante na Universidade de Harvard, e autora do livro “When Reality Bites” (Hazelden, 2016).
Para os adultos, sejam eles pais, parentes ou amigos, que buscam orientação para lidarem com a situação envolvendo algum jovem, Holly dá algumas dicas:
4 dicas para se aproximar e dialogar com jovens que mantêm relacionamentos em segredo
Chame para uma conversa
Aproximação é a chave para o diálogo e para a confiança. Por isso, não force a barra se ele não quiser papo. Dê um tempo e depois, com jeitinho, tente uma nova aproximação. Segundo a pesquisa, o que os jovens que estão em relacionamentos não convencionais mais buscam é aconselhamento para lidar com as próprias emoções.
Não julgue
Escute com atenção, não o interrompa e adote um tom neutro durante a conversa – mesmo que a sua opinião seja contrária ao que o jovem diz. Falar que o sentimento por alguém é inaceitável só servirá para duas coisas: prejudicar a autoestima desse jovem ainda mais e, ainda, afastá-lo de você. E esse não é o objetivo, não é mesmo?
Demonstre o seu apoio
Mostre o seu apoio e faça com que o jovem com quem você conversa, seja seu filho ou não, se sinta aceito, valorizado e seguro. Ao dizer que aprova que ele encontre um parceiro(a) que o respeite, independente de raça, etnia, classe social ou religião, você contribui para que ele se sinta mais confortável com os próprios sentimentos e o incentiva a construir relações afetivas saudáveis durante a vida.
Trabalhe a aceitação
Todos querem o melhor, mas o que pode ser melhor para um jovem do que deixá-lo viver um amor livre de preconceitos? Quando aceitamos a diversidade e praticamos a inclusão, lidar com as diferenças se torna mais fácil, acredite. Por isso, trabalhe a sua capacidade de aceitação. Se ajudar, tente encarar os relacionamentos como um mosaico onde cada peça tem a sua própria beleza e o seu valor.
O site da Close-up ainda traz um Manifesto #AmorLivre em vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=ZWRg2joW2Ng&feature=youtu.be
Além de histórias reais de pessoas que precisaram se afastar e entender como a falta de diálogo e o preconceito podem impactar o bem-estar emocional de jovens casais.
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